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Assassin’s Creed: 10 possibilidades para jogos futuros

Assassin’s Creed Odyssey já é considerado por muitos como um sério candidato a game do ano. Gráficos espetaculares, uma jogabilidade refinada e um game que pode levar literalmente meses para ser totalmente explorado.

Toda vez que é lançado um novo game da saga Assassin’s Creed, os fãs se perguntam quando irá sair um novo game em “tal país” ou retratando certa época da humanidade. E muitos fãs brasileiros sonham ainda em ter uma representação digna do Brasil na  saga, depois do mal estar causado na ambientação que a Ubisoft fez do Brasil em Assassin’s Creed 3 (nem tanto a ambientação, mas também os diálogos que se escuta são sofríveis). Bem, analisamos vários fatores e mostramos pra você agora quais são as possibilidades que a Ubisoft, que segundo rumores já teria ideias para 20 novas histórias, montarem uma história em alguns países e épocas históricas. Vejamos:

  1. Japão: existem alguns indícios que o próximo game possa ser na terra do sol nascente. Existe um pequeno já considerado “easter egg” em AC3 que mostrava três símbolos, um ligado ao Egito (já tivemos o AC Origins), outro ligado à Grécia (AC Odissey) e um ligado ao Japão. Isso pode ser uma enorme dica da Ubi sobre o próximo game.
    Quais são as possibilidades e a viabilidade disso acontecer?
    Muitas. O Japão possui uma cultura milenar muito rica e além do easter egg em AC3, o novo AC Odissey possui um diálogo e um personagem que é parte da irmandade japonesa. Um novo game, agora ambientado no Japão poderia ter esse personagem como protagonista do tempo moderno e um herói dos tempos dos samurais, por exemplo. Isso seria incrível, não é?
  2. China: apesar de que já exista um game ambientado na China (da série “Chronicles) ele é um spin off. E digamos que isso foi uma pena, pois daria um excelente game principal, já que a protagonista da história foi aprendiz do lendário Ezio. O game poderia se passar na China medieval, ou inclusive ser uma continuação de “Chronicles” com gráficos, jogabilidade e história a altura de um legítimo Assassin’s Creed.
    Quais são as possibilidades e a viabilidade de isso acontecer?
    Não tantas assim. O local e ambientação já foram explorados (ainda que pessimamente) e pode ser que a Ubisoft não queira voltar a tocar no assunto. Ainda que se o fizer, seria ótimo!
  3. Roma (Império Romano): depois de Origins, muitos fãs pedem uma continuação da história, já que Aya termina o game em Roma para aí fundar a irmandade local. Seria uma continuação de uma história que fez muito sucesso e poderia dar muito certo.
    Quais são as possibilidades e a viabilidade de isso acontecer?
    Não muitas. O próprio Origins é um game que apesar de que se passa no Egito, é em um Egito extremamente “helenizado” (influência greco-romana). Além disso, o próprio AC Odyssey se passa na Grécia, que tinha uma cultura e costumes muito semelhantes aos de Roma (inclusive algumas esculturas vistas em Origins são vistas em Odyssey, como a do “discóbolo”). Mesmo assim, se a Ubisoft perceber uma atenção muito especial dos fãs aos protagonistas Bayek e Aya, pode ser que ainda aconteça.
  4. Oriente Médio: na DLC “Os Ocultos” Bayek comenta algo sobre estender o novo credo em várias partes, e menciona o Oriente Médio. Além disso, é lá que ocorrem os fatos do primeiro e já “lendário” game da saga (Jerusalém e arredores). Um game mostrando como o credo chegou até lá seria muito interessante e poderia inclusive contar com um novo protagonista e se passar anos após AC Origins (e, portanto, vários séculos antes de Altair).
    Quais são as possibilidades e a viabilidade de isso acontecer?
    Algumas. No Oriente Médio dá pra explorar muitos países e culturas e é um prato cheio para histórias no estilo Assassin’s Creed. Não sabemos que rumo a Ubisoft vai dar para as novas histórias, se vão continuar indo para trás na linha do tempo e continuar contando “origens” ou se voltará a falar sobre assassinos e templários. E ver para crer.
  5. Países Nórdicos: imagine um game da saga ambientado na mitologia nórdica? Seria incrível! A região tem uma cultura história incrível e você já imaginou poder empunhar o martelo de Thor? Referências ao mundo nórdico aparecem em AC Rogue, em que você pode usar itens dessa região, depois de cumprir uma série de missões.
    Quais são as possibilidades e a viabilidade de isso acontecer?
    Com o tempo, pode ser uma opção de game sim. Como comentamos, trata-se de uma mitologia rica em detalhes e que desperta a curiosidade das pessoas. E apesar de que já há um game épico que se passa dentro dessa mitologia, o Godo f War atual, sempre viria bem colocar um viking com uma hidden blade como uma de suas armas.
  6. Povos pré-colombianos: imagine um game com personagens como Fernão Cortez e Montezuma como personagens? A mitologia Asteca, assim como a Maia e a Inca, entre outras, certamente dariam um bom game. No caso particularmente da mitologia asteca, ela pode ser associada a um evento histórico mundialmente importante: o descobrimento da América.
    Quais são as possibilidades e a viabilidade de isso acontecer?
    Pode acontecer, em um futuro mais distante. Assassinos pertencentes a povos pré-colombianos já foram retratados em AC Black Flag. Apesar de se tratarem de indígenas pertencentes ao credo de séculos depois da época de Montezuma, como essa temática já foi explorada, a Ubisoft poderia deixar para contar uma história assim mais no futuro, quando “faltarem ideias” para novos games.
  7. Inglaterra medieval: um game ambientado na mesma época do lendário rei Artur e a Excalibur, que tal? Uma história assim poderia ser muito interessante, visto que se trata de lendas mundialmente conhecidas que no game, poderiam ser “verdade”.
    Quais são as possibilidades e a viabilidade de isso acontecer?
    Mesmo caso do ponto anterior, pode ser que num futuro onde a Ubisoft tenha poucas ideias, esse tema possa ser de interesse. Além disso, as lendas do rei Artur se passam mais ou menos na mesma linha do tempo em que Altair saltava por aí. Então pode ser que seja uma ideia para uma “emergência” em caso de histórias novas para games.
  8. Brasil: os fãs brasileiros há muito sonham em ter um game totalmente ambientado no Brasil. Afinal, tivemos um período colonial, uma monarquia e várias revoltas populares que deram origem à república, além do conflito armado mais sangrento da América Latina: a guerra do Paraguai. Um game em terras tupiniquins seria um “fan service” enorme para nós brasileiros.
    Quais são as possibilidades e a viabilidade de isso acontecer?
    Poucas. Muita gente se dói quando se fala em ser quase impossível um game ambientado no Brasil. Porém, vamos aos fatos: a Ubisoft é uma empresa que como todas tem como objetivo ter o máximo de lucro em cada produto que vende. Por isso, ao escolher uma nova história para um game, essa história precisa ser de interesse para TODOS os que tem potencial para comprar o game, no mundo todo, não apenas em um país.
    É por isso que os games da saga Assassin’s Creed sempre se passam em períodos históricos conhecidos mundialmente. Veja isso:
    Assassin’s Creed: se passa durante as cruzadas, período histórico que marcou o mundo todo até os dias de hoje, política e religiosamente.
    Assassin’s Creed 2/Brotherhood: se passa na Itália na época do Renascimento, movimento artístico que também influenciou toda a humanidade.
    Assassin’s Creed Revelations: se passa na Turquia, porém o game foi feito para aproveitar o sucesso absurdo que faz o Ezio entre os fãs. O game dá um final épico ao personagem.
    Assassin’s Creed 3: se passa no período colonial e a guerra dos 7 anos, que teve por consequência a independência dos Estados Unidos, que é o país mais rico do mundo e cuja história é mundialmente conhecida.
    Assassin’s Creed 4: novamente explora o período colonial, no entanto com foco em piratas, inclusive alguns famosos como o Barba Negra. E o assunto “piratas” é de interesse mundial e a Ubi soube explorar isso nesse game considerado um dos melhores por muitos fãs.
    Assassin’s Creed Unity: se passa na Revolução Francesa. Esse movimento foi extremamente importante, sendo considerado “a mãe” de todos os movimentos de esquerda do planeta Terra, além de mostrar personagens lendários como Napoleão Bonaparte.
    Assassin’s Creed Syndicate: se passa durante a Revolução Industrial, que teve protagonismo da Inglaterra. Como você deve saber, graças a essa revolução, você está lendo esse texto na internet, por exemplo.
    Assassin’s Creed Origins: além de mostrar a origem dos assassinos, se passa num período mundialmente conhecido, em que a lendária rainha Cleópatra seduzia jovens amantes às margens do Nilo…
    Assassin’s Creed Odyssey: se passa durante a guerra entre Esparta e Atenas, que ajudou a moldar a maioria das civilizações modernas. Conhecemos a vários personagens lendários, como Péricles, “o pai da democracia”, Hipócrates, “o pai da medicina” Heródoto, um dos primeiros historiadores além de outros.
    Agora, pense, e para responder ao que vamos perguntar, remova todo o seu coração patriota: qual história ambientada no Brasil poderia ter o mesmo peso e notoriedade MUNDIAL para merecer um game? Na verdade, você sabe que nenhuma. Apesar de o Brasil ter uma história rica, ela é relativamente pouco conhecida pelo resto do mundo. Além disso, não houve por aqui, nenhum acontecimento que gerou repercussão mundial. Muitos fãs ficam chateados quando leem isso, mas é a pura verdade. Os argumentos mais comuns usados são: fazer uma história com índios – tema já explorado amplamente pela Ubisoft em Assassin’s Creed. Fazer uma história no período colonial – já existem 4 games com essa temática. Falar sobre a Guerra do Paraguai – foi um conflito importante para a América do Sul, porém é pouco ou não conhecido pelo resto do mundo.
    Uma possibilidade poderia ser um game ambientado no Brasil, mas que incluísse personagens das Grandes Navegações.
    O ponto é que, criar um game ambientado em um momento histórico pouco conhecido não ajudaria a vender o game, e como comentamos, o interesse de qualquer empresa é obter o máximo de lucro possível. Claro, se o game falasse em carnaval ou samba quem sabe poderia ser diferente…
  9. Tempos modernos (qualquer país): imagine poder controlar um assassino que possui equipamento de alta tecnologia para atuar com sigilo entre as missões? Parte dessa experiência foi vivida por quem jogou Ac Syndicate, que se passa no início dos tempos modernos. Nele, você pode por exemplo escalar edifícios rapidamente graças a um gancho tipo o do Batman. Isso poderia ser modernizado e a Ubisoft poderia aproveitar e emendar algumas pontas soltas que a série tem com personagens que vivem em tempos atuais.
    Quais são as possibilidades e a viabilidade de isso acontecer?
    Muitas. Vários fãs há muito pedem um game que se passe em tempos atuais. Pensamos que é uma “questão de tempo” até que tenhamos um game totalmente ambientado em nossos dias.
  10. Remakes diversos: vamos esclarecer aqui algo. Um remake é quando um game é produzido totalmente do zero, aproveitando a história de um game original. Por exemplo, imagine um Assassin’s Creed 2 com os gráficos atuais? Isso seria um remake, que diferente de um “remaster” que apenas melhora um pouco detalhes de um game, sem alterar sua estrutura, um remake refaz do zero o game, deixando-o totalmente atualizado.
    Houve rumores de que a Ubisoft estaria trabalhando num remake do primeiro game da saga Assassin’s Creed. Se isso se confirmar, poderemos ter em breve um “jogão”.
    Quais são as possibilidades e a viabilidade de isso acontecer?
    Muitas. Nenhum game da saga passou por um remake (apesar de vários games remasterizados), o que é um bom sinal, pois poderia ser uma opção para agradar os fãs antigos e conquistar os novos.

Seja qual for o caminho que a Ubisoft vai seguir para a nossa querida saga, esperamos que seja para a diversão de todos. E não seria super legal se a Ubi lançar todas as sugestões que demos? Com certeza!

 

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